Quais as vantagens de se associar a uma cooperativa de crédito?

Conta, cartão, crédito, investimentos e seguros também fazem parte dos serviços oferecidos por uma cooperativa de crédito. A principal diferença está principalmente na relação que a pessoa passa a ter com a instituição.

Ao se associar, você se tornacooperado e passa a fazer parte da própria cooperativa, podendo participar das decisões e dos resultados, conforme as regras aplicáveis.

Essas são algumas das vantagens de se associar a uma cooperativa de crédito, mas o modelo traz outros diferenciais que aparecem no atendimento, nas taxas e condições, nas soluções financeiras e até na forma como os resultados são compartilhados.

Entenda agora quais são as principais vantagens de ser cooperado.


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Como funciona uma cooperativa de crédito?

Uma cooperativa de crédito, também chamada de cooperativa financeira, é uma instituição formada pelos próprios cooperados.

Assim como outras instituições financeiras, ela pode oferecer conta corrente, cartões, crédito, financiamentos, investimentos, seguros, consórcios, previdência e até programas de fidelidade. O que muda é a forma de participação.

Ao se associar, o cooperado integraliza uma cota capital, que corresponde à sua participação no capital social da cooperativa. A partir daí, pode participar das decisões e dos resultados da instituição, de acordo com as regras aplicáveis.

Esse modelo vem ganhando espaço no Brasil. Em 2025, as cooperativas de crédito ultrapassaram R$ 1 trilhão em ativos, chegaram a 59% dos municípios brasileiros e reuniam mais de 21 milhões de cooperados, segundo o Banco Central.

Se você quiser se aprofundar no tema, leia tambémas principais diferenças entre cooperativas e bancos.

Quais são as vantagens de uma cooperativa financeira?

1. Você participa da instituição

Uma das principais vantagens de ser cooperado é fazer parte da instituição que utiliza.

O cooperado pode participar de assembleias, votar nas decisões conforme as regras da cooperativa e acompanhar os rumos do negócio.

Essa participação está ligada aosprincípios do cooperativismo, que orientam a forma como as cooperativas são organizadas e se relacionam com seus cooperados e com as comunidades onde atuam.

2. Os resultados podem retornar aos cooperados

Quando uma cooperativa apresenta resultado positivo ao fim do exercício, parte das sobras pode retornar aos cooperados.

A distribuição depende dos critérios de cada cooperativa e das decisões tomadas em assembleia. Por isso, não significa que haverá retorno todos os anos nem que todos os cooperados receberão o mesmo valor.

Esse é um dos pontos que diferenciam o modelo cooperativo de outras instituições financeiras.

3. As condições também podem gerar benefício econômico

O benefício para o cooperado não se resume à eventual distribuição de sobras.

Taxas, preços e condições oferecidas pela cooperativa também podem representar economia ao longo do relacionamento. Esse é um dos aspectos considerados pelo indicador de Benefício Econômico e Social, o BES.

Por isso, ao comparar instituições financeiras, vale considerar o conjunto da relação: crédito, investimentos, tarifas, atendimento e outros serviços utilizados, e não apenas uma condição isolada.

4. Atendimento próximo e especializado

A proximidade com o cooperado também faz parte do modelo.

Na Unicred, esse relacionamento tem uma conexão especial com a área da saúde, segmento que está na origem e na trajetória da cooperativa. Ao longo dos anos, essa proximidade contribuiu para desenvolver um atendimento especializado, capaz de considerar necessidades financeiras ligadas tanto à vida pessoal quanto às fases da carreira.

5. Soluções para diferentes momentos e necessidades da empresa

Ser cooperado não significa abrir mão das soluções encontradas em outras instituições financeiras. 

Da gestão diária aos projetos de crescimento, empresas de pequeno, médio e grande porte podem contar com conta e canais digitais, cartões, Pix, adquirência, cobrança, pagamentos e recebimentos, CNAB, DDA, folha de pagamento, crédito e financiamentos, investimentos, seguros, consórcios, APIs e integrações com sistemas de gestão. 

A diferença está em concentrar essas soluções em uma instituição financeira cooperativa, com relacionamento próximo e especializado, na qual a empresa também participa das decisões e dos resultados.

6. O cooperativismo também contribui para as comunidades

A atuação de uma cooperativa não fica restrita à relação financeira com cada cooperado.

O modelo cooperativista também está ligado ao desenvolvimento das regiões onde as cooperativas estão presentes, seja pela circulação de recursos, por iniciativas de educação e impacto social ou por projetos voltados às comunidades.

Na Unicred, educação financeira, voluntariado e impacto positivo fazem parte das frentes institucionais do Sistema. Conheça o Instituto Unicred.

O benefício de uma cooperativa pode ser medido? Entenda o indicador BES

Como mencionado, uma forma de avaliar o valor gerado pelo cooperativismo é o indicador BES, de Benefício Econômico e Social.

A metodologia considera diferentes formas pelas quais uma cooperativa pode beneficiar seus cooperados e as regiões onde atua, incluindo distribuição de sobras, condições de taxas e preços e impactos econômicos locais.

O BES ajuda a colocar em números algo que faz parte da proposta do cooperativismo: o valor gerado pode chegar ao cooperado de diferentes formas ao longo de sua relação com a instituição.

A Unicred já aprofundou esse levantamento e mostrou como o Sistemaliderou o indicador de Benefício Econômico e Social entre os principais sistemas cooperativos financeiros analisados.

Cooperativismo financeiro também é inovação

Participação, proximidade e interesse pela comunidade fazem parte da essência do cooperativismo. Ao mesmo tempo, o setor acompanha as mudanças na tecnologia, no comportamento das pessoas e na forma de lidar com a vida financeira.

O desafio é manter essa proximidade enquanto a experiência se torna cada vez mais digital e surgem novas necessidades entre os cooperados.

Esse é um dos temas abordados por Daniel Ely, CEO do Sistema Unicred, no episódio Cooperativismo do futuro, do videocast Saúde no Bolso:

Cooperativismo do futuro com Daniel Ely, CEO da Unicred

A evolução do cooperativismo passa justamente por esse equilíbrio entre os princípios que sustentam o modelo e as novas formas de oferecer produtos, serviços e relacionamento aos cooperados.

Vale a pena se associar a uma cooperativa de crédito?

Para quem valoriza a participação, proximidade no atendimento e a possibilidade de compartilhar os resultados gerados pela instituição, o modelo cooperativo faz total sentido.

Antes de se associar, conheça as condições oferecidas, entenda como funciona a cota capital e avalie os produtos e serviços oferecidos, para entender se estão de acordo com seus objetivos.

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